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Guerra
06/08/2022 00:00:00

Zelenskyy acusa Amnistia Internacional de "amnistiar" a Rússia


Zelenskyy acusa Amnistia Internacional de

relatório da Amnistia Internacional a acusar a Ucrânia de colocar civis em perigo desnecessário foi recebido com estrondo em Kiev. O presidente Volodymyr Zelenskyy não gostou que a organização tenha denunciado táticas militares ucranianas que estabelecem bases militares em zonas residenciais e lançam ataques a partir de áreas habitadas por civis e, esta quinta-feira, deu a conhecer a sua resposta no habitual vídeo diário. 

O chefe de Estado ucraniano acusa a Amnistia Internacional de tentar "amnistiar" a Rússia e de estar a transferir a responsabilidade do agressor para a vítima, alegando que "não pode haver, mesmo que hipoteticamente, nenhuma condição em que qualquer ataque russo à Ucrânia se torne justificado".

De acordo com Zelenskyy, "ao publicarem esses relatórios manipulativos, estão a partilhar com eles a responsabilidade pela morte de pessoas".

Alianças em África

Em busca de novos aliados, Zelenskyy tenta agora abrir a porta da neutralidade africana. O continente, afirma, "está refém" de um "excedente de propaganda russa" e o objetivo é "alterar este equilíbrio".

O presidente ucraniano está em negociações com a Guiné-Bissau e revela que, esta sexta-feira, o diálogo se estende a "outro país africano".

Depois do périplo de Sergei Lavrov por África, no final de julho, Zelenskyy quer bater as ofertas do ministro russo dos Negócios Estrangeiros e garantir apoio internacional. 

Em troca, garante, a Ucrânia tem um papel a desempenhar na mitigação da crise alimentar que assombra particularmente o continente.

Todos os dias e de várias maneiras, lembro a alguns líderes da União Europeia que os pensionistas ucranianos, os nossos deslocados, os nossos professores e outras pessoas que dependem de pagamentos orçamentais não podem ser reféns da sua indecisão ou burocracia. 8 mil milhões de euros para a Ucrânia estão atualmente suspensos. E um tal atraso artificial da assistência macrofinanceira ao nosso Estado ou é um crime, ou um erro, e é difícil dizer o que é pior em tais condições de uma guerra em grande escala

Volodymyr Zelenskyy 
Presidente da Ucrânia

Atrasos da UE alvo de críticas

Também a União Europeia (UE) mereceu umas palavras do líder ucraniano. Com 8 mil milhões de euros por receber, Zelenskyy acusa ainda um país europeu de estar a atrasar a assistência macrofinanceira, mas não diz qual. E antes de apontar o dedo, afirma acreditar que "o erro será corrigido".

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