A tragédia envolvendo a perda do sargento Glauber Rosa Santos, de 42 anos, integrante da Polícia Militar, resultou em uma série de 11 óbitos adicionais na cidade de Salvador, na Bahia.
A fatalidade ocorreu quando o policial foi atingido por um tiro na região da nuca durante uma patrulha, elevando o nível de tensão na região do Complexo do Nordeste de Amaralina, na periferia da capital baiana.
Essas informações foram confirmadas pelos portais G1 e pelo governo estadual da Bahia. Desde a noite do dia 3, data em que Glauber faleceu, as forças policiais na área reforçaram suas atividades.
Nos momentos seguintes, oito pessoas perderam a vida em confrontos com as forças de segurança, enquanto outras três mortes ocorreram na quinta-feira, dia 5. Durante as operações, armas de fogo, uma granada e drogas foram apreendidas, evidenciando a forte presença do crime organizado na área, que possui uma população de aproximadamente 76 mil habitantes.
De acordo com dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia, as investigações relacionadas à morte do policial estão avançando, com depoimentos de testemunhas desempenhando papel crucial na identificação e captura dos criminosos, que continuam atuando na região marcada pela alta incidência de violência.
O Complexo do Nordeste de Amaralina, situado próximo aos bairros do Rio Vermelho e Pituba, foi reconhecido, em 2012, como uma das áreas mais perigosas de Salvador, conforme dados do IBGE e da Secretaria de Segurança Pública.
Para garantir maior segurança, o policiamento na região permanece aumentado por tempo indeterminado. Informações sobre possíveis integrantes de facções criminosas podem ser compartilhadas de forma sigilosa pelo telefone 181, conhecido como Disque Denúncia da SSP.