O aumento de casos relacionados ao esgotamento psicológico tem destacado a importância da atividade física contínua na rotina diária. Essa prática se mostra como uma estratégia eficiente para diminuir o nível de estresse, restaurar o vigor mental e elevar a sensação de bem-estar geral.
Em 13 de janeiro de 2026, às 15h, Rafael Damas noticiou, há aproximadamente oito horas, que o ritmo acelerado do cotidiano, aliado à constante busca por resultados e às dificuldades de se desligar das tarefas, tem favorecido a expansão do quadro conhecido como síndrome de burnout.
Essa condição se manifesta por exaustão física e emocional, diminuição de produtividade e sensação de esgotamento. Segundo Cacá Ferreira, responsável técnico da Cia Athletica, a prática de atividades físicas desempenha um papel central na gestão do estresse e no equilíbrio emocional, sendo uma aliada indispensável tanto na prevenção quanto na recuperação de quadros relacionados ao burnout. Ferreira explica que o exercício físico estimula a liberação de neurotransmissores como endorfina, dopamina e serotonina, que proporcionam sensações de bem-estar, além de ajudar a diminuir os níveis de cortisol, hormônio ligado ao estresse contínuo.
"Movimentar o corpo contribui para reorganizar mente e corpo, melhora a qualidade do sono e devolve energia, além de clareza mental para quem se sente exausto", afirma Cacá Ferreira. Para quem busca iniciar uma rotina de exercícios, ele recomenda atividades de intensidade leve a moderada, como caminhadas, treinos de força com cargas controladas, aulas em grupo, exercícios funcionais, além de práticas como yoga e alongamentos.
Essas práticas são eficazes para aliviar a tensão, melhorar a percepção do próprio corpo e gerar uma sensação de controle e relaxamento. "O mais importante é respeitar o tempo de cada indivíduo e entender o exercício como uma ferramenta de autocuidado, não de cobrança", enfatiza o especialista.
Mais do que melhorar o desempenho físico ou a aparência, a regularidade na prática de exercícios deve ser vista como uma estratégia de autocuidado e aprimoramento da qualidade de vida. Com acompanhamento adequado e perseverança, ela pode se tornar um componente fundamental na recuperação do equilíbrio emocional, contribuindo para diminuir os efeitos do burnout e estabelecer uma rotina mais saudável e sustentável.