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Economia
13/01/2026 14:00:00

INSS anuncia aumento do teto de benefícios para R$ 8.475,55 em 2026 com reajuste de 3,9% para beneficiários de salários superiores ao mínimo

Valor máximo dos benefícios será atualizado com base na inflação de 2025, beneficiando quase 13,3 milhões de segurados acima do piso nacional

INSS anuncia aumento do teto de benefícios para R$ 8.475,55 em 2026 com reajuste de 3,9% para beneficiários de salários superiores ao mínimo

A partir de fevereiro, os segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que possuem remuneração superior ao salário mínimo terão um reajuste de 3,9%, conforme divulgado nesta sexta-feira (9) pelo IBGE, que calcula o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2025.

Com essa correção, o limite máximo dos benefícios previdenciários será elevado para R$ 8.475,55 em 2026, passando dos atuais R$ 8.157,40. Este percentual de aumento será concedido integralmente aos beneficiários que já recebiam aposentadorias e pensões acima de um salário mínimo em 1º de fevereiro de 2025. Para aqueles que começarem a receber após essa data, o reajuste será proporcional ao período em que o benefício for concedido.

De acordo com o INSS, atualmente, 13,25 milhões de aposentados e pensionistas recebem valores acima do piso nacional, que foi reajustado de R$ 1.580 para R$ 1.618. Juntos, eles representam aproximadamente 62,5% do total de 21,9 milhões de beneficiários, que incluem aposentados e pensionistas.

O calendário de pagamento para quem recebe o salário mínimo contempla o período de 26 de janeiro a 6 de fevereiro. Já os valores superiores ao mínimo, com ajuste de 3,9%, serão depositados entre 2 e 6 de fevereiro, de acordo com o dígito final do cartão de benefício, excluído o dígito verificador.

Por mais um ano, aqueles que recebem valores acima do mínimo não terão um aumento real, ou seja, acima da inflação, recebendo apenas a correção baseada no INPC do ano passado.

Por outro lado, quem recebe o benefício mínimo terá um acréscimo real de 2,5%, conforme a política aprovada pelo Congresso no fim de 2024, que limita o crescimento dos reajustes ao teto de gastos do pacto fiscal.