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Polícia
06/10/2023 06:00:00

Principal linha de investigação é que médicos foram assassinados por engano

Os policiais trabalham com a tese que o alvo era o filho de um dos chefes da milícia da região que se parece com uma das vítimas


Principal linha de investigação é que médicos foram assassinados por engano

A principal linha de investigação do ataque a tiros contra médicos na orla da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, é que as vítimas foram baleadas por engano. A informação foi divulgada a pouco e confirmada pela repórter Yasmim Bachour, da TV Bandeirantes. 

Os investigadores trabalham com a hipótese que o alvo era um filho de um dos principais chefes da milícia da região de Jacarepaguá, Taillon, que se parece com uma das vítimas, o médico Perseu Ribeiro Almeida. Ele é o que aparece com a camisa do Bahia na última foto tirada pelo grupo de colegas.

O crime foi flagrado por câmeras de segurança. As imagens mostram que três bandidos saíram de um carro branco, atiraram contra as vítimas, voltaram para o veículo e fugiram.

Marcos e Perseu morreram na hora. Diego e Daniel foram levados para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na mesma região, mas o irmão da deputada não resistiu. Daniel Proença está internado estado grave.

Um dos médicos assassinados em um quiosque na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, é irmão da deputada federal pelo PSOL de São Paulo Sâmia Bomfim. Diego Ralf Bomfim, de 35 anos, estava no Rio para participar de um congresso.

Ele e outros três profissionais - Marcos de Andrade Corsato, de 62 anos, Perseu Ribeiro Almeida, de 33, e Daniel Sonnewned Proença, de 31 anos, estavam sentados em um quiosque.

Marcos e Perseu morreram na hora. Diego e Daniel foram levados para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na mesma região, mas o irmão da deputada não resistiu. Daniel Proença é o único sobrevivente.

Segundo laudo do IML, cada um dos três médicos foi atingido por pelo menos cinco disparos em várias partes do corpo, mas o que matou foi o disparo no coração.

Representantes de forças de segurança fizeram um pronunciamento, nesta quinta-feira (5), após o Ministro de Justiça e segurança Flavio Dino, cobrar uma resposta célere das autoridades.

O secretário da Polícia Civil do Rio, José Renato Torres, afirmou que, por se tratar de um homicídio, as investigações não são tão rápidas mas assegurou que o crime não ficará impune.

Já o delegado-geral de Polícia de São Paulo, Artur Dian, disse que os criminosos estavam preparados para cometer o crime, que tem características de ter sido premeditado.

Segundo testemunhas, foram mais de 20 disparos contra os médicos. O crime aconteceu duramente a madrugada. Pouco antes de serem atingidos, as vítimas chegaram a tirar uma foto onde apareciam descontraídos e felizes. Outras testemunhas devem ser ouvidas e as câmeras de segurança da região também serão analisadas para esclarecer o caso.

band.uol.com.br



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