14/08/2020 20:09:12

15/10/2009 00:00:00

Especiais


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Os funcionários da Caixa Econômica Federal (CEF) não gostaram da contraproposta da instituição em relação ao plano de cargo e salários (PCS) e do desconto dos dias parados, enquanto propõem a compensação em horas trabalhadas a mais, como nas greves anteriores, segundo o delegado sindical Renato Caldas.

Os funcionários se reuniram em assembleia no fim da tarde desta quarta (14) e resolveram manter a paralisação que completou hoje 21 dias. Os funcionários tentam negociar mais melhorias nas condições de trabalho e a equiparação de direitos trabalhistas não extensivos a quem foi contratado de 1998 para cá.

Renato Caldas reconhece que houve avanços na negociação retomada terça (13) com a diretoria da Caixa, mas salienta que algumas reivindicações da categoria estão longe de serem atendidas, como o aumento do quadro de pessoal, por exemplo.

O sindicalista lembra que a CEF acenou com a contratação de mais 3 mil funcionários, “mas isso não dá nem uma pessoa a mais por agência”. Um número razoável, segundo ele, seria em torno de 10 mil novos funcionários, como anunciou o Banco do Brasil.

Nova assembleia foi marcada para as 16 horas de quinta (15), no Setor Bancário Sul, para avaliar os possíveis avanços nas negociações com a diretoria da Caixa. Entre elas, uma negociação diferenciada sobre a participação nos resultados e lucros da instituição.
 Alagoas

Proposta da Caixa Econômica Federal foi considerada insuficiente pelos bancários. Mais de 250 trabalhadores reunidos em assembléia no Teatro dos Bancários, na quarta-feira dia 14, deram uma lição de solidariedade e bravura e decidiram manter a greve que chega aos 22 dias na quinta 15.

por Redação de cada minutocom Agência Brasil e Sindicato dos Bancários de Alagoas


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