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Economia
04/06/2020 15:00:00

Pandemia faz número de microempreendedores individuais avançar quase 20% em AL

Em maio, número de trabalhadores nessa categoria somou 98,2, aponta Governo Federal


Pandemia faz número de microempreendedores individuais avançar quase 20% em AL

A pandemia do novo coronavírus fez o número de microempreendedores individuais aumentar 18,5% em Alagoas, no mês passado, na comparação com maio de 2019, segundo levantamento divulgado no Portal do Empreendedor do Governo Federal. De acordo com os dados, em maio deste ano, 98.220 alagoanos eram classificados como MEI, contra 82,8 mil registrados no mesmo mês do ano passado. Em relação a abril, o volume de MEIs registrados em Alagoas em maio registrou alta de 1,2%.

Em todo o País, segundo os dados do Governo Federal, o número de microempreendedores individuais registrou um avanço de 20,5% em maio, na comparação com o mesmo mês do ano passado, saltando de 8,42 milhões para 10,15 milhões entre um mês e outro.

 

O estado com o maior número de MEIs é São Paulo, com 2,72 milhões de trabalhadores registrados em maio. Em seguida, aparecem Minas Gerais, com 1,15 milhão, e Rio de Janeiro (1,17 milhão). Na outra ponta, aparecem Rondônia (15,5 mil), Acre (15,6 mil) e Amapá (17,07 mil) - todos localizados na região Norte.

No Nordeste, o estado com o menor número de MEIs é Sergipe, com 63,8 mil trabalhadores. Em seguida, aparecem o Piauí (81,2 mil) e Maranhão (117,9 mil). Já a Bahia aparece com o maior número de microempreendedores individuais, com 545,9 mil trabalhadores, seguido de Pernambuco (319,4 mil) e Ceará (319,08 mil).

Uma pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) revela que 58% dos microempreendedores individuais brasileiros tiveram que suspender suas vendas durante a pandemia, e 31% mudou a forma de funcionamento.

O MEI nasceu para incentivar a formalização de pequenos negócios e de trabalhadores autônomos como vendedores, doceiros, manicures, cabeleireiros, eletricistas, entre outros, a um baixo custo. Podem aderir ao programa os negócios que faturam até R$ 81 mil por ano (ou R$ 6,7 mil por mês) e têm, no máximo, um funcionário.

O registro de MEI permite ao microempreendedor ter CNPJ, a emissão de notas fiscais, o aluguel de máquinas de cartão e o acesso a empréstimos com juros mais baratos. Além disso, também poderá vender seus produtos ou serviços para o Governo, além de ter acesso ao apoio técnico do Sebrae.

Gazetaweb



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