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Economia
04/12/2019 15:00:00

Se Selic cair de novo, juro do cheque especial vai recuar mais na Caixa, diz presidente do banco


Se Selic cair de novo, juro do cheque especial vai recuar mais na Caixa, diz presidente do banco

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, afirmou na manhã desta segunda-feira que já há uma “aprovação matemática” no banco para promover novas reduções nas taxas do cheque especial e do rotativo do cartão de crédito se a taxa básica de juros, a Selic, sofrer uma nova redução na semana que vem, após decisão do Comitê de Política Monetária (Copom)

- Semana que vem, se houver redução da Selic, já houve aprovação matemática, faremos mais uma redução do cheque especial e do rotativo do cartão de crédito - afirmou Guimarães, ao lado do presidente Jair Bolsonaro, em evento do banco para promover ações de inclusão de pessoas com deficiência no quadro de funcionários da instituição.

O Copom se reúne na próxima terça-feira, dia 10, para definir a taxa Selic. Na última reunião, a autoridade monetária reduziu a taxa em 0,5 ponto percentual, colocando-a em 5% ao ano - o menor patamar da história.

O colegiado também sinalizou que poderia promover um corte de “igual magnitude” na Selic até o final do ano.

Em seu discurso, Bolsonaro elogiou a decisão anunciada por Guimarães:— Com essa decisão do Pedro de diminuir taxas, o seu banco cada vez mais ganha clientes, diminui inadimplentes e, obviamente, aumenta o lucro.

Foco no microcrédito

Guimarães também afirmou que o foco de operações da Caixa Econômica em 2020 será a modalidade do microcrédito. Ele anunciou também que, no próximo ano, fará uma viagem à Índia e à China junto ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, para ver de perto experiências nessa seara.- Vamos focar no ano que vem em ser o banco do microcrédito. Conversei com o Paulo Guedes e com o Roberto Campos. Faremos viagem à Índia e à China e ano que vem vamos anunciar uma revolução nessa operação de microcrédito. Vamos fazer operação para 20, 30 milhões de brasileiros que não tem nada, e que pegam hoje (crédito) a 22% ao mês. Isso não é correto, com 3% de inflação e 5% de juros ao ano - afirmou.Durante a cerimônia, Bolsonaro e a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, abriram, cada um, uma conta no banco público.

Terra



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