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Justiça
31/10/2019 04:00:00

Assassino de ex quer aguardar julgamento em casa; Joana foi morta com mais de 30 facadas


Assassino de ex quer aguardar julgamento em casa; Joana foi morta com mais de 30 facadas

Três anos após o brutal assassinato da professora Joana de Oliveira Mendes, de 34 anos, o seu assassino confesso, Arnóbio Henrique Cavalcante de Melo, 40, irá pedir à justiça para aguardar o julgamento em prisão domiciliar. Um pedido semelhante já foi feito e negado pela Justiça em janeiro de 2018.

Arnóbio Henrique atraiu Joana para um encontro sob o pretexto de assinar o divórcio e negociar a pensão do filho do casal e a matou com mais de 30 facadas – a maioria no rosto – dentro do veículo da vítima, no Santo Eduardo. Depois de cometer o crime, o assassino voltou para casa e para justificar o sangue alegou ter sido vítima de um assalto. Na casa de Arnóbio, a polícia apreendeu a arma do crime.

Nesta quarta (30), a defesa de Arnóbio Cavalcante tentará mais um recurso junto à justiça alagoana para aguardar o julgamento em casa. A possibilidade de ver o assassino de Joana solto provoca indignação na família da vítima.

“A brutalidade do crime faz com que todos da família sintam-se ameaçados com essa possibilidade”, diz Julia Mendes, irmã de Joana. “Sabemos que a prisão domiciliar, mesmo com uso da tornozeleira eletrônica, não é o suficiente para impedir uma tentativa de fuga e de deslocamento. Confiamos que a Justiça alagoana não permitirá que isso ocorra”.

E conclui “imagine o risco que corre não apenas nossa família, mas toda a sociedade, caso ele possa cumprir prisão em casa”.

*Redação Alagoas Alerta com Alagoas24Horas



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