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Polícia
20/09/2019 07:00:00

Quase 2 anos depois, nova comissão vai apurar morte de vereador por Batalha


Quase 2 anos depois, nova comissão vai apurar morte de vereador por Batalha

Após quase dois anos do assassinato do vereador por Batalha Tony Carlos Silva Medeiros, o Tony Pretinho, a Polícia Civil (PC) mudou o comando da investigação do caso. Os delegados Hugo Leonardo Oliveira de Vasconcelos e Diego José Nunes Ferreira foram designados para dar continuidade ao inquérito policial, que, apesar do prazo bastante esticado, não foi concluído.

Estas mesmas autoridades policiais também vão cuidar da sequência da apuração da tentativa de homicídio, em novembro de 2017, sofrida pelo agricultor José Emílio Dantas, filho do ex-prefeito de Batalha, Zé Miguel. Nesta ocasião, o vereador Adelmo Rodrigues de Melo, o "Neguinho Boiadeiro", foi assassinado a tiros.

Até então, estes casos que geraram grande repercussão em Alagoas e amedrontaram os moradores de Batalha, estavam sob a responsabilidade da equipe da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic). O tempo passou e muitas respostas ainda eram buscadas pelos familiares das vítimas em questão. Troca de acusações também são comuns entre as partes, que têm uma rixa política histórica.

Pelo homicídio de Tony Pretinho, em dezembro de 2017, e a investida contra Emílio Dantas, a polícia responsabilizou José Márcio Cavalcanti de Melo, o Baixinho Boiadeiro. Ele compareceu a um júri, em fevereiro deste ano, no Fórum de Maceió, e recebeu voz de prisão pelos dois crimes, em cumprimento a mandado de prisão expedido pela 17ª Vara Criminal da Capital. Baixinho nega envolvimento nestes episódios.

Já o esclarecimento acerca da morte de Neguinho Boiadeiro parece estar distante. Em depoimento na semana passada, o policial civil Joaquim Lins Pirauá não reconheceu os acusados de autoria material que estão presos. O agente estava com o vereador quando o crime aconteceu, em 9 de novembro de 2017.

Informação do blog do jornalista Ricardo Mota dá conta de que o policial recebeu fotos de dois suspeitos de um colega de farda, que, na avaliação dele, seriam os executores. Sandro Pinto, Rafael Pinto, Maikel dos Santos e mais dois acusados, no entanto, não foram reconhecidos por ele. 

Gazetaweb



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