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16/07/2019 09:30:00

“A lei traz segurança jurídica”, diz associação alagoana sobre regulamentação da vaquejada


“A lei traz segurança jurídica”, diz associação alagoana sobre regulamentação da vaquejada

A Associação Alagoana de Criadores de Cavalos Quarto de Milha (ALQM) considerou a aprovação da regulação da vaquejada e rodeios na Câmara dos deputado como mais um avanço para tornar o esporte mais seguro em todo país.  A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que regulamenta a vaquejada foi aprovada pelos deputados federais.

A PEC incliu a vaquejada, o laço, e os esportes equestres de relevância cultural a condição de que, se fossem praticados observando o bem-estar animal, eles são esportes que podem e devem ser praticados. Para o presidente da Associação, Henrique Carvalho, a “ lei traz uma segurança jurídica e uma garantia para que o bem-estar animal seja observado por todos aqueles que praticam o esporte”.

Carvalho lembrou que Alagoas foi o estado pioneiro em um estudo feito pela associação dos médicos veterinários, sobre a análise de cortisol, proteínas CK, e imagem em 400 bois que foram utilizados em Vaquejadas. “E também fizeram análises nos bois que não foram para a vaquejada e fizeram apenas o manejo de uma fazenda normal. A conclusão deles é que não há alterações significativas desses índices e que a alteração que há, com poucos minutos ele volta ao normal”, afirmou ele.

O presidente lembra que inspetores eliminam qualquer competidor que viole o regulamento ou se algum animal apresentar sinais de esgotamento é proibido de competir. “Hoje existe uma conscientização de que o competidor só vai na vaquejada que é autorizado pela ABVAQ.  A fiscalização parte de órgãos do Ministério Público.  Antes de realizar o evento há uma consulta ao Ministério Público. Nós assinamos um termo que de que seguirmos esse regulamento”, disse ele.

"Esses inspetores eliminam qualquer competidor que viole o regulamento. Se algum Animal apresentar sinais de esgotamento, é proibido de competir. Só volta se apresentar exame clínico adequado. Se houver sangramento, é desclassificado. Se o boi for tocado em qualquer parte que não seja o protetor de calda, esse competidor é desclassificado", acrescentou.

Por fim, Carvalho afirma que os bois utilizados nas vaquejadas não voltam a competir em outros eventos, e que eles participam em um único final de semana. Disse ainda que, após o animal ser retirado do evento, caso não haja lesões que comprometam a comercialização da carne do animal, ele é direcionado para o abate. Caso contrário ele seguirá normalmente para o pasto, uma vez que a carne está imprópria para consumo.

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