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13/03/2009 00:00:00

Municípios


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A Associação dos Municípios Alagoanos revelou hoje as dificuldades que os prefeitos municipais estão tendo para manter os pagamentos em dia. Segundo o presidente da AMA, Luciano Barbosa, não existe um só município em pior estado, mas todos estão com problemas financeiros.

Por conta da queda de arrecadação do Fundo de Participação dos Municípios e o aumento do salário mínimo, que só em Alagoas representa R$ 16 milhões de impacto nas contas, a Associação anunciou, agora há pouco, as prioridades que devem ser tomadas nos municípios.

Luciano Barbosa garantiu que a primeira medida é fazer o pagamento dos servidores municipais, também devem ser resguardados os serviços essencias - Saúde, Educação, Habitação, Iluminação Pública e Administração. Os prefeitos também devem privilegiar investimentos aos custeios para aquecer a economia e possibilitar a garantia de verbas federais. 

A AMA também deve encabeçar um movimento nacional de sensibilização de prefeitos e da bancada federal para discutir o valor pago pelos municípios nas contrapartidas com o Governo Federal. Os prefeitos pedem que esses valores sejam reconsiderados e que o cálculo do FPM seja refeito.

Essas medidas preventivas devem aquecer o comércio local. Quanto aos cargos comissionados, Luciano Barbosa disse que 'toda a gordura deve ser eliminada, nossa prioridade é o pagamento de pessoal'.

Luciano Barbosa ainda disse que, anualmente, os meses de menor arrecadação do FPM são junho, julho e agosto e que essa crise no início do ano só deve aumentar o estado de alerta dos prefeitos, para que nesses meses em que arrecadação for menor, não tenham mais problemas financeiros.

Sobre a Feira dos Municípios, o presidente da AMA garantiu que ela não será afetada. Segundo Barbosa, a feira conta com recursos da Caixa Econômica e é a garantia de mais recursos futuros para os municípios.

com tudonahora // elaine rodrigues e cristiane calaça



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