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13/03/2009 00:00:00

Especiais


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Muito cuidado ao abrir seu e-mail nesta sexta-feira,13 de março. Não se trata de pegadinha ou qualquer conversa fiada.

Os ataques virtuais costumam triplicar nas sextas-feiras 13, de acordo com um estudo da Identify Theft Resource Center, instituto de pesquisa americano especializado em tecnologia.

E a própria Federação Brasileira de Bancos (Febraban) confirma que os ataques fraudulentos costumam ocorrer com mais freqüência nessas datas em sites de transações eletrônicas.

Atualmente, com a evolução dos programas de segurança, os ataques costumam buscar ganhos financeiros. Como ocorrem?

“Enchendo a caixa de e-mails dos usuários com mensagens que têm links que, se acessados, capturaram os dados do internauta quando ele está em um site de comércio eletrônico ou usando o internet banking”, afirma Hugo Costa, diretor comercial e de marketing da ACI Worldwide, especializada em soluções de segurança para transações eletrônicas.

Esses emails, chamados de phishing, usam mensagens de correio eletrônico ou sites como porta de entrada para capturar informações do usuário. De acordo com o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil, dos quase 223 mil incidentes de segurança da internet brasileira, 62,3% são desse tipo de ataque. Não há, porém, estatísticas sobre o número de brasileiros que perderam dinheiro em função dessa fraude financeira eletrônica.

Nos Estados Unidos, um estudo do instituto de pesquisa Gartner mostrou que 7,5% dos cidadãos americanos já perderam dinheiro devido a algum tipo de fraude eletrônica em 2008. O vazamento das informações causado pelos ataques é o que provoca a maioria dos danos financeiros. Em 19% das fraudes financeiras, a causa foi o vazamento das informações e 13% delas foi um ataque de phishing. “Por isso, todo cuidado é pouco”, afirma Costa, da ACI Worldwide.

De acordo com a Febraban, os bancos brasileiros investem cerca de R$ 1,5 bilhão por ano em sistemas de segurança. Para Costa,é importante ter políticas de segurança para não correr nenhum risco.

O estudo aponta ainda que, em comparação aos consumidores em geral, as pessoas que sofreram perdas financeiras são duas vezes mais propensas a mudar seus hábitos em relação ao comércio eletrônico e até mesmo ao uso dos serviços de internet banking.

Fonte: Época Online



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