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Brasil
15/11/2018 12:00:00

‘Forças Armadas estão afastadas da política’, avalia futuro ministro da Defesa


‘Forças Armadas estão afastadas da política’, avalia futuro ministro da Defesa
General Fernando Aze vedo Ministro de Defesa

JP

General da reserva e futuro ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva afirmou que “não acredita” no risco de politização das Forças Armadas. Assessor da presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), ele foi anunciado ao posto na terça-feira (13) pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

“As Forças estão afastadas da política. O representante político das Forças Armadas é o ministro da Defesa“, declarou. Com a escolha, a pasta seguirá no comando de um general – Joaquim Silva e Luna é o atual ministro e o primeiro militar a chefiar a Defesa.

Considerado moderado e com experiência em relações com o Congresso Nacional, Silva é o segundo general confirmado para o primeiro escalão do novo governo. Além dele, Augusto Heleno estará à frente do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Durante entrevista, o futuro ministro avaliou que a eleição de Bolsonaro não representa a “volta de militares ao poder”, em referência à ditadura. O currículo de Silva é extenso e variado e tem ligações com diversos segmentos políticos. Assumiu, por exemplo, a Autoridade Pública Olímpica em outubro de 2013, no governo de Dilma Rousseff (PT). Além disso, foi chefe da “ajudância de ordens” do ex-presidente Fernando Collor (hoje no PTC).

*Com informações do Estadão Conteúdo



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