União dos Palmares
22/02/2018 13:10:00

Enquanto o prefeito ostenta pretenso prestigio em Brasília, feira livre de União dos Palmares vira praça de guerra


Enquanto o prefeito ostenta pretenso prestigio em Brasília, feira livre de União dos Palmares vira praça de guerra

Desde ontem (21) que as redes sociais do município onde nasceu o poeta Jorge de Lima e outros filhos ilustres mostram com clareza a agressão de um guarda municipal contra uma feirante que teve seus produtos confiscados sob o pretexto de ‘reorganização da feira livre’ em um espetáculo que demonstra truculência e falta de respeito aos direitos do cidadão comum de exercer livremente sua profissão notadamente em um município onde as alternativas de empregos são escassas pela falta de indústrias, o fechamento de um parque fabril, o êxodo rural e o caos social e administrativo recheado de nepotismo e inoperância.

É neste patamar que o contribuinte palmarino vive a um ano e dois meses desde que teve inicio a segunda administração do prefeito atual Dr. Areski Dâmara de Omena Freitas que é filho natural de Maceió e descende de uma família de usineiros. Sob o manto da impunidade de forma extremamente inexplicável aos olhos da maioria da população leiga, uma serie de acontecimentos que ferem a Lei e os princípios administrativos a atual administração exercida por um gestor já condenado pela Justiça e que administra sob judice faz e desfaz fazendo a velha e tradicional União dos Palmares se assemelhar ao conto de fadas ‘Alice no País da Maravilha’.

 

Eleito com maioria considerável de votos contra seu antecessor – que embora tenha apresentado algumas falhas administrativas pelo fato de ser considerada ‘Mandato Tampão’, a comunidade paga caro pelo erro cometido nas urnas. O ex-prefeito era um homem do povo que pagava as contas em dia, mantinha o pagamento do funcionalismo em dia e obedecia a aumentos e demandas sem atraso. A atual administração acusa injustamente o período anterior pelo caos, mesmo o numero de funcionários sendo menor (de uma só vez foram demitidas 1.000 pessoas) e o governo federal mantém em dia seus compromissos financeiros com a administração municipal. Para onde vão as receitas superavitárias do SAAE, da cobrança da iluminação pública e dos impostos arrecadados? O dos repasses federais? Há uma explicação para o atraso constante das contas e do funcionalismo?s

Saúde caótica, infra estrutura desaparelhada, educação precária e caos administrativo gerenciados por parentes do mandatário que ocupam os cargos chaves da administração. Nenhuma secretaria tem autonomia administrativa. Todas as ordens e demandas sai da escrivaninha do prefeito. Para se ter uma idéia do caos o Hospital Regional São Vicente de Paulo teve redução drástica nas cotas do INSS sob o argumento mentiroso e falso de que ‘a administração municipal vai retomar a gerencia da saúde no município’ foi um blefe anunciado mentirosamente cujo desfecho se dará nos próximos dias quando a instituição hospitalat que é filantrópica encerrará suas atividades e atenderá em horários pré-estabelecidos.

Isto sem falar no atraso de pagamento do funnalismo, do município estar sem concurso publico há mais de 15 anos e do uso de funcionários contratados politicamente sem especificação para a função que exercem. Se foram demitidos mais de mil funcionários, não é divulgada a estatística atual do quadro funcional porque a transparência dos atos administrativos é exercida de forma dúbia.

Agora para completar, o agradecimento da administração aos cidadãos comuns: truculência nas feiras livres contra pessoas que lutam dignamente pela sobrevivência e ‘não rezam’ na cartilha do Dr. Areski e do seu vice conhecido popularmente como ‘Zé Alfredo’.

Ministério Público, Judiciário, Tribunal de Contas do Estado, Tribunal de Justiça e a Justiça Eleitoral até o presente estão limitados a observar o quadro sem nenhuma atitude o que leva o cidadão consciente a deduzir que União dos Palmares aderiu ao caos político-administrativo instalado desde Brasília. Infelizmente o povo que paga as contas está vulnerável a situações deste porte. Aquilate-se o problema administrativo ao caos social que aflige as famílias que não tendo onde ir buscar a sobrevivência ao menos digna tenta se tornar autônomo e é proibido (agora de forma violenta). Deus Tenha Piedade da família palmarina.

Adicione-se a esta serie de coisas o silencio da ‘Egrégia’ Câmara Municipal de Vereadores’

 

Agência Tribuna União – Fotos Cortesia

 

 

 

 

 

 

 


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