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16/10/2007 00:00:00

Saúde


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Três neurocirurgiões do Estado lotados na Unidade de Emergência do Agreste resolveram pedir demissão depois que o Governo cortou os adicionais noturnos e de insalubridade. Segundo os profissionais o desfalque de R$ 3.400 fizeram a diferença na hora de desistir do emprego.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Médicos do Estado, Welington Galvão, não há nenhum movimento organizado dos médicos. “A decisão partiu dos três cirurgiões em Arapiraca e está ligada ao corte nos adicionais, de cerca de 70%. É uma decisão que o Sindicato não pode intervir, já que cabe aos profissionais decidir se o emprego é viável ou não, e do jeito que está, não é”, disse Galvão.

Ao todo existem nove neurocirurgiões contratados pelo Estado trabalhando em Maceió e Arapiraca. Com a demissão, fica ainda mais crítica a situação da população que depende desses profissionais. “Hoje foram três, amanhã, não sabemos quantos pedirão demissão. Um dos neurocirurgiões alegou que já conseguiu emprego em Garanhus, trabalhando as mesas 24 horas semanais, recebendo R$ 5 mil”, contou o sindicalista.

Além dos neurocirurgiões, outros cirurgiões podem pedir demissão caso não seja resolvido a questão dos cortes dos adicionais. É o caso dos cirurgiões gerais e ortopedistas, que devem se reunir amanhã, às 16 horas com o presidente do Sindicatos dos Médicos e o secretário de Estado da Saúde, André Valente para discutir a questão.



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