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23/08/2007 00:00:00

Interior


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O vice-presidente da Câmara de Girau do Ponciano, José Jailton da Costa (PMDB), se encontra neste momento na Delegacia Regional de Arapiraca, onde conversa informalmente sobre a existência de um complô para assassinato o presidente da Câmara, Jarbas Pereira Lopes (PMDB), denunciado ontem pela suposta vítima.

José Jailton compareceu espontaneamente à delegacia, confirmou que a voz ouvida no CD é de fato sua, mas afirmou que foi “levado” a dar as declarações pelo segurança da Justiça Federal, Marciano Correia, que seria o provável autor material do crime.

O complô

Na tarde de ontem, o presidente da Câmara de Girau, Jarbas Lopes, foi à Delegacia Regional de Arapiraca, acompanhado do presidente da OAB, José Ventura Filho, e do diretor do Fórum de Arapiraca, Ted Pereira, para denunciar um suposto complô para matá-lo.

Segundo Lopes, o plano teria sido idealizado no mês de julho, pelo seu companheiro de partido e vice-presidente da Câmara, José Jailton da Costa. Para concretizar o plano, José Jailton teria contratado um segurança particular – Marciano -, que denunciou o plano à futura vítima.

Para comprovar o complô, Lopes solicitou que Marcílio gravasse um dos diálogos em que ‘acertaria’ o crime de mando. De posse dessa gravação, Lopes entregou-a ao delegado Cícero Torres, diretor do Departamento de Polícia do Interior (Depin).

Segundo um dos trechos da gravação, José Jailton disse que após Marcílio executar o serviço, ele (José Jailton) passaria a pagá-lo mensalmente, “assim que assumisse a presidência da Casa”.

O delegado Cícero Rocha afirmou que apesar dos indícios, o Código Penal Brasileiro não há a caracterização do crime a partir da gravação. Mas garantiu que irá dar andamento ao inquérito para descobrir o suposto plano para matar o Jarbas Lopes.

 



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